Para o basamento teórico, as referências mais cercanas que posso recomendar são:
- Verônica Natividade. Fraturas metodológicas nas arquiteturas digitais. Dissertação (Mestrado em Arquitetura). USP, 2010.
- Rodrigo Allgayer. Formas naturais e estruturação de superfícies mínimas em arquitetura. Dissertação (Mestrado em Design). UFRGS, 2009.
- Ana Cláudia Vettoretti. Bancos para ler e conversar: parâmetros de projeto para sistema de design generativo. Dissertação (Mestrado em Design). UFRGS, 2010.
Para o desenvolvimento de projetos generativos no Grasshopper (GH), têm vários métodos, mais o menos apropriados, segundo o que você precisar ou o que estiver disposto a aprender.
Primeiro é importante não confundir o desenho ou modelagem generativa com o design ou arquitetura generativa. O primeiro é generativo em termos de representação: regras sintéticas (não gráficas) que geram desenhos ou modelos, ou seja, modelar usando o Generative Components, GH ou similar, ou através de scripting (RhinoScript, MAXScript, Processing, etc.). Mas quando se fala em arquitetura generativa, se fala em um processo no qual se definem regras simbólicas de projeto que geram sistemas arquitetônicos. O primeiro é uma técnica de representação (associada ao projeto); o segundo é uma metodologia de projeto (que usa essas técnicas não só para desenhar, mas também para projetar). Ou seja, todo o que se faz no GH é modelagem generativa, mas nem todo projeto feito em GH é arquitetura generativa.
Tenho dito isso, existem vários métodos específicos de projeto generativo que podem ser implementados no GH. Neste momento, eu consigo pensar em quatro:
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Golden proportion spiral, por Homer Garcia |
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Cellular Automata, por Morphocode |
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Iterative Step Modelling, por Yannis Chatzikonstantinou |
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Chrysalis (III), por Andrew Kudless |
Espero que estas referências e dicas sejam úteis para mais de um. O seus comentários são bem-vindos. E, como dizemos no grupo, boas pesquisas!